06 Outubro 2013

EM BUSCA DA COMPREENSÃO ENTRE DEFECAR E SER MINISTRO


O agora Ministro não tinha a certeza das suas qualidades e perfil para o exigente cargo. Andava preocupado, stressado, irritado, acobardado, amedrontado, lixado e por aí… De repente fez-se luz: qualquer tipo pode ser ministro de uma treta qualquer desde que tenha pelo menos um olho para poder ver alguma coisa e assinar a papelada. Curiosamente, ele até tinha três olhos e foi-se habituando a assinar a papelada sempre que defecava. Segundo Aristóteles, «O Homem é um animal racional». Segundo eu mesmo aqui e agora, «um Ministro é - acima de tudo - um animal que defeca». Qualquer rato de laboratório confirmará esta científica hipótese.

VOU LEVAR-TE COMIGO (P'ro Inferno)


Canção do “Duo OVELHA NEGRA”  dedicada ao MEC, aos professores desempregados e aos Encarregados de Educação com muito carinho, estima e admiração.
Viva a quase nossa e saudosa Escola Pública!!!!


Ministro bombista
Teórico da treta
Lixaste o Ensino
Vai de lambreta
Que os Ratos criaram
A bosta que se vê
Acabar com a Educação
Acabar com a Escola
Professores na miséria

REFRÃO
(para que  todos cantem com alegria
 e esperança no aconchego dos seus
lares bafejados de DESEMPREGO,
de cínicos sorrisos a imitar o “nosso ídolo”,
de muita compreensão e palavras fofas
pelos RATOS do sistema…)

Vou levar-te comigo (Ó Rato)
Vou levar-te comigo (P’ro Inferno)

(Ângelo Rodrigues – Professor masoquista)

11 Setembro 2012

DO MEDO À "FILHA DA PUTICE" GENERALIZADA

Vivemos um clima de MEDO tão traumatizante e profundo que se traduz numa significativa afronta aos mais básicos direitos. Assim, todas as "filhas da putice" são possíveis.
Consta que nem no tempo de Salazar o MEDO fosse tão significativo!
Propomos que este pobre para-país acabe.
Estamos tristes e desiludidos até à medúla. O funeral desta coisa chamada Portugal está próximo. Preparem-se!

29 Janeiro 2011

MANIFESTO DOS PROFESSORES-CANÍDEOS


Os professores são pessoas? Não. São canídeos ministeriais.
Os professores-canídeos são máquinas de encher chouriços? São.
Os professores têm salários de caca canina? Têm.
Alguém tem falado disso? Não.
Os cães-professores têm pelo menos uma licenciatura e são muito mal pagos pelo que fazem? Sim.
Para a ME os professores são números canídeos? São apenas isso.
Os nossos cães de estimação são muito melhor tratados? Sim.
Os que querem entrar para a carreira são estúpidos e sofrem de uma espécie de autismo? Sim.
1. enlouqueceram de facto;
2. vivem em outro planeta;
3. não ligam puto à opinião pública e à Comunicação Social;
4. pensam que os ministros e ministras são personagens de ficção.
(Responda por escrito para o Apartado ME-007,
Travessa das Jarras Patéticas e Tolas, 1000-007 Lisboa).
Concorra e receberá como prémio, um lindo Processo Disciplinar por ser cidadão livre, por lutar contra o totalitarismo e outras porcarias do género e por ter e partilhar opiniões próprias.
O Diabo gosta de professores? Tudo indica que não.
Deus conhece a Alçada? Conhece mas não a compreende apesar de ter feito todos os esforços para isso. Consta que Deus sofre de esquizofrenia desde que conheceu (também) a Milú. De todo, Deus não aguentou as cenas de uma e está a passar-se completamente com a última. Por seu lado, o Diabo adora-as e parece ter grande intimidade com ambas. Deus agradece e dá graças a ele próprio por - em breve - se livrar de tamanha preocupação: só falta uma! Contudo, Deus continua com esquizofrenia e parece não haver melhoras.
Toda a gente sabe o que quer dizer ME? Sim. (É óbvio que quer dizer Máxima Estupidez).
Os professores são estúpidos, burros e camelos? Não.
O ME pensa o contrário? Sim.
As escolas são espaços de aprendizagem, de bem-estar e de desenvolvimento integral e pleno dos alunos e dos professores? Não, mil vezes não.
As casotas dos professores-canídeos (vulgo escolas) têm condições mínimas aceitáveis? Algumas sim, a maioria Não.
Há direcções de escolas mais papistas que o papa? Há.
Há direcções de escolas com medo de papões. Há.
Há direcções de escolas que os têm no sítio? São poucas mas boas!
Os “professores” (canídeos-intelectuais-assalariados) ainda gostam do que fazem. Sim (é por isso que a escola ainda funciona).
O novo paradigma da avaliação é ao menos razoável? Não, mil vezes não.
A Inteligência abandonou os alienígenas do ME? Sim.
Estamos a formar cidadãos responsáveis e com o mínimo de conhecimentos? Não.
Só nos resta esperar pela 2ª vinda do messias-salvador – desta vez virá especialmente para salvar os professores-canídeos.
Amigo, colega, companheiro: sê forte como um cão bravo. Não sejas um cão-manso que abana a cauda por tudo e por nada; aguenta firme toda a porcaria do ME. Tu podes!; tu consegues… aguenta a verborreia, a hiper-burocracia-kafkiana, a intolerância, a falta de respeito e de consideração, as políticas demagógicas, a tecnocracia levada ao limite do insuportável, a canalhice, a retórica desenfreada, os despachos do impensável e toda a imbecilidade com a marca ME.
Anda daí cão, companheiro lixado, stressado, magoado, vira-lata amigo e para sempre fiel a uma qualquer escola que te atrela muito mais do que o desejável. Vamos ladrar à Lua. Ela é tão brilhante, bela e compreensiva. É, sem dúvida, a melhor amiga do cão.

16 Maio 2008

DA FEIRA DO LIVRO - VIII

Que comentários lhe merece a cobertura mediática a este evento?

Já me referi um pouco a isso dizendo que devia haver uma maior e melhor cobertura mediática. Se me é permitido uma sugestão, tentem este ano – talvez ainda possam ir a tempo – envolver mais as escolas. Sei, por experiência própria (também sou professor), que pouca ou nenhuma informação (promoção/divulgação) chega às escolas sobre este grande evento da capital e do país. Oxalá tudo melhore um pouco mais nesta edição!

DA FEIRA DO LIVRO - VII

Concorda com a forma como o espaço está distribuído? Em caso negativo, porquê?

O Parque Eduardo VII é um local aprazível, bonito e central da cidade mas não oferece outro tipo de condições tidas como fundamentais ao evento. Trata-se de um espaço desnivelado e ao ar livre! É raro o ano em que não chove durante a feira com as consequências óbvias para as vendas e para a cativação de públicos. Quanto à distribuição de espaços, não me parece o melhor. Além de tudo isto, continua-se a fazer experiências todos os anos com nefastas consequências para os editores e para os visitantes. Sabemos hoje que a feira é pensada e executada “em-cima-do-joelho”. Ora, um evento desta natureza devia ter um plano bem elaborado e competente e o seu projecto devia começar logo que termina a última feira; enquanto isto não for interiorizado e assumido por quem de direito, será sempre mais do mesmo.

15 Maio 2008

DA FEIRA DO LIVRO - VI

Em que medida estes eventos podem ser importantes para as cidades que os acolhem?

Penso que a importância é óbvia. Não imagino a cidade de Lisboa sem uma feira do livro com esta dimensão. Esta feira faz parte integrante do “património” de Lisboa.

14 Maio 2008

DA FEIRA DO LIVRO - V

Quais as grandes diferenças que encontra, comparando este evento com outras feiras no estrangeiro?

Em muitos aspectos, precisamente o contrário do que referi atrás: melhor promoção do evento e das editoras; mais apoio aos editores e aos intervenientes (artistas, escritores e outros agentes) do programa cultural; melhores condições e infra-estruturas. Sinceramente, de uma maneira geral, os auditórios principais das várias sessões da feira não têm tido a qualidade estética e arquitectónica compatível com a importância e a dignidade do evento. Mas também há coisas muito boas que não mudaria. Penso que, com o mesmo tipo de investimento económico e humano se poderia fazer muito melhor. É também uma questão de carolice, vontade, criatividade, gosto e empenho.

12 Maio 2008

DA FEIRA DO LIVRO - IV

Concorda com os moldes em que este evento é feito? O que mudaria?

Digamos que concordo com uma parte e outra não. Como já referi, a programação cultural devia ser mais cuidada e realizada com mais tempo de antecedência. Além disso, penso que seria desejável envolver mais as escolas e outras importantes instituições. Como já referi, mudava o local, a estética geral da Feira e o tipo de promoção da mesma.

11 Maio 2008

DA FEIRA DO LIVRO - III

Em que medida pode contribuir um evento desta natureza para o mercado livreiro?

Para mim é evidente que esta feira exista, se desenvolva e se modernize (com tudo o que isso implica) para bem do mercado livreiro – principalmente os pequenos e médios editores. Para muitos, as vendas só são razoáveis por esta altura do ano. Tenho uma teoria muito peculiar e pouco ortodoxa que revolucionaria o mercado do livro mas por agora – também por uma questão de tempo – limito-me a deixar esta pequena provocação: acabem com as vendas de livros nos hipermercados e fechem, de vez, as livrarias demasiado selectivas, preconceituosas e algo pretensiosas; uma boa livraria deve ter tudo, exactamente TUDO. Se comprarem os livros directamente aos editores muita coisa poderá melhorar tal como a redução do preço dos livros e o consequente aumento do consumo bem como o provável e desejável desenvolvimento dos hábitos de leitura. Parece uma proposta paradoxal mas garanto que não é. Com a Internet muita coisa mudou. Eu e a minha família (como tanta gente) adquirimos vários livros e é raro fazê-lo nas livrarias e muito menos nos hipermercados e nas grandes superfícies.

10 Maio 2008

DA FEIRA DO LIVRO - II

Que balanço faz da Feira do Livro nos últimos anos?

Trata-se, de facto, de um evento marcante para a cidade de Lisboa e para o país. Se eu tivesse algum poder sobre a organização e concepção da feira, alteraria cerca de cinquenta por cento de tudo um pouco. Entre outras medidas a reflectir com mais calma e tempo, retirava a feira do local onde se encontra e procuraria, como medida principal, organizar – com bastante antecedência – um bom e ecléctico programa cultural. Além do referido, os stands que existem já não têm muito sentido para os dias de hoje e não dignificam em nada o aspecto e a estética da feira – está tudo muito visto e o público habitual está cansado. Este evento necessita urgentemente de ser modernizado e adaptado às novas exigências e aos novos hábitos de um público que se deseja também novo. De 0 a 10, o balanço é 5.

DA FEIRA DO LIVRO - I

Quais as expectativas para a Feira do Livro deste ano?

As expectativas são sempre as melhores. Todos os anos renasce a esperança que é a última a morrer! Desejo que este ano a feira seja melhor que nos anos anteriores em todos os aspectos: desde a logística e a funcionalidade até à programação cultural que não tem sido a melhor e a mais pertinente para um evento desta natureza. Estou um pouco cansado da mesma concepção de eventos. Inovar é preciso e urgente! É necessário também convidar “outras” pessoas (programadores e criativos para além de “outras” instituições). Esta feira tem alguns vícios porque – entre outras razões - me parece que são sempre os mesmos a reflectir e a executar.

23 Maio 2007

PIDEX

Vivemos na sociedade do Medo.
Adeus Portugalzinho!
Vou partir sem destino em busca da doce Democracia.
Estás muito doente meu pobre país de bufos e de mentirosos.