Projeto EXTRAVASAR... - Comunicação e afins. DIVULGAÇÃO E PROMOÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS. Contacte-nos: extravasar.literatura@gmail.com. ENTREVISTAS (Escritas e em Vídeo); Convites para eventos; Apresentação de projetos literários e artísticos; Vídeo-Livros; Vídeo-Artes; Vídeos-Clip's; Exposições; Textos sobre diversos temas/assuntos e o que "nos der na real gana"; Bocas; Ditos; Reparos; Sentimentos; Emoções; Paixões; Aforismos; Citações... CULTURA EM DIVULGAÇÃO!
31 março 2021
MUNDO(S) em direto (Facebook). Poeta em destaque: ANTÓNIO RAMALHO - mundos.coletanea@gmail.com. Um projeto das Edições Colibri (www.edi-colibri.pt) apoiado pelo Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
29 março 2021
POESIA em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «Poema da ausência» do livro «SOMBRAS ROCK PELOS MONTES» de Rosário Pedroso. Uma publicação das Edições Colibri. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
27 março 2021
EXTRAVASAR - EntreVista - Ângelo Rodrigues à conversa com a atriz, performer, professora e… FILIPA MARQUES - (27 de março de 2021 – Facebook - StreamYard - DIA MUNDIAL DO TEATRO) - Colaboração de Ruth Collaço. Divulgamos Cultura!
25 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «OS POLIEDROS DE ÁLVARO DE CAMPOS» (Romance) de Hélder Trincheiras, Edição de Autor, 2021. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
24 março 2021
23 março 2021
21 março 2021
MUNDO(S) em direto especial (Facebook). Celebração do Dia Mundial da Poesia (21 de março) - mundos.coletanea@gmail.com. Um projeto das Edições Colibri (www.edi-colibri.pt) apoiado pelo Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
20 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). Singela homenagem ao também poeta MANUEL VAZ DE CARVALHO. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
19 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «LETRA A LETRA», Nº 10, Janeiro de 201 - Revista não periódica. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
18 março 2021
CONVITE - «TU NÃO ÉS UM COMPUTADOR» de Carlos Lopes com a participação de Ângelo Rodrigues
por Ângelo Rodrigues
www.angelo-rodrigues.webnode.pt
«Quando acontece um milagre temos sempre
uma postura de explicá-lo
com lógica racional. E ignorá-lo logo a seguir». (Carlos Lopes)
1. Por
norma, quando somos desafiados a escrever um prefácio ou algo equivalente -
que, no nosso caso em concreto é um conceito diferente que preferimos designar
por “Avulsas Impressões” -, começa-se
por dizer (e sempre que possível justificar) que estamos perante um livro
extraordinário de um autor que vale a pena e por aí… Já escrevemos alguns
prefácios - que evitamos ao máximo, ora por preguiça, por excesso de trabalho e
de compromissos, ora por os considerarmos absolutamente desnecessários pois as
boas obras podem muito bem dispensar os prefácios, posfácios e afins. Até
admitimos que uns poderão ter contribuído para a desejável e necessária
valorização e partilha da obra e outros nem tanto; contudo, podemos dizer que, quase
em dobro, foi através do conceito de “Avulsas
Impressões” - que consideramos mais autêntico e intencionalmente despido
dos desnecessários intelectualismos, análises e desconstruções académicas,
teórico-literárias bem como “científicas” no pior sentido - que aquilo que mais
consideramos valer a pena numa obra de qualquer género literário, tornando-a
ainda mais apelativa e desejável é, sobretudo, a relação, digamos assim,
afetiva com a mesma e que, em nosso entender, será isso que mais deve ser enfatizado
e partilhado com um próximo leitor. Para nós, a opinião/reflexão/crítica desta
obra em concreto do multifacetado e desbravador Carlos Lopes, não se deve
traduzir numa análise exaustiva, detalhada, e muito menos balizada e/ou
apresentada a partir de alguém supostamente credível e/ou “academicamente autorizado”,
tipo “crítico de ensaios encartado ou profissional” ou coisa do género (o que
seria considerado pedante e até patético), mas sim, sim… através de um “olhar” que
se quer tão puro como a reação visual, motora, risonha ou outras, da mais
inocente e pura criança a quem é oferecido um brinquedo novo e diferente do
habitual e que ela muito ansiava e procurava. Posto isto, para facilitar a
nossa e a vossa compreensão do que se pretende dizer (e aqui como em muitas
situações e contextos as palavras são extremamente pobres), à falta de melhor,
podemos dizer que ficam as avulsas impressões, a genuína perceção, qual
tatuagem original que fica para a vida toda pois ela fará parte do todo que é o
corpo, o encanto da palavra, a magia de um mundo praticamente e infelizmente
desconhecido para muitos, uma espécie de sentimento “para-divino” de ligação ao
Todo, tão forte e intenso como aquele que é sentido entre a criança e o tal brinquedo
novo e diferenciado que lhe é oferecido. E esse “quê”, essa “qualquer coisa” que
não se explica (nem é necessário) e que fica logo após a leitura, porque nos inquietou,
nos iluminou e apaixonou, nos ligou ao Uno que infelizmente demasiadas vezes
esquecemos (ou não lembramos) e que, sendo algo autêntico e “fresco”, nos é,
desejavelmente, mais apetecível.
2.
Esta
obra alarga e intensifica a semântica do conceito de milagre e, não só, mas
também por isso, ajuda-nos à interiorização e compreensão dos “milagres” pois
toda a nossa Vida é um milagre por excelência.
3.
Nunca
dizer tudo porque é impossível… e a dizer alguma coisa, então que seja mínimo e
autêntico (por apenas apologético que possa parecer) para que a curiosidade, a
surpresa, o deslumbramento e o sentimento de descoberta ou reencontro possam
imperar e permanecer sempre. Partilhamos - a este nível - da ideia/tese do famoso
filósofo da Linguagem Wittgenstein que livremente parafraseamos: «o que falta
dizer é sempre mais importante; o que já foi dito nem tanto…». Assim, o meu
conselho a ter em conta após a leitura/fruição deste maravilhoso livro, é: digam…
opinem sem querer nunca completar o que falta (pois de tratados estamos fartos)
e deixem dicas, pistas e espaço para a opinião e “revolução” dos outros. Creio
ser isto, também, o encanto e a magia da Arte e da Literatura em geral.
4. Caindo
agora na tentação do que critico no ponto 1 desta coisa, estamos obviamente perante
um livro extraordinário de um escritor que vale a pena conhecer melhor e ir
acompanhando. Não querendo excluir nem mitigar outras tão ou mais justas e
apropriadas apologias, aquilo que mais quero destacar e partilhar com o próximo
leitor é que, à semelhança do que aconteceu comigo, a epifania que será a
leitura deste livro corresponderá - estou em crer - àquilo que será a sonhada demanda/viagem
por “mundos alternativos” (qual temporada de férias num fascinante país exótico
e totalmente diferente do que estamos habituados) que para uns quantos será
desconcertante e que para outros será o desejável e muito apetecido lugar de
destino, o lugar onde possamos viver toda a Eternidade. Este livro é um
roteiro, é um caminho que leva ao lugar do Novo e do Diferente, mas para
caminhar por ele, é necessário que o nosso veículo seja abastecido de
mundividência. Abre a tua mente!
5. Amo
a Literatura (todos os géneros literários conhecidos e por inventar) por todas
as razões, e, se me questionarem sobre as razões, terei alguma dificuldade em
as enunciar de forma clara e coerente e muito menos em as hierarquizar; contudo,
direi que um livro que não nos inquiete, que funcione apenas como um tratado
(com a pretensão de esgotar os temas ou problemas) ou que se limite apenas a
“papaguear” leituras e influências facilmente detetáveis (apesar da virtude
legítima que muitos possam encontrar nisso), não será, de todo, para nós, um bom
livro pois mais poderá parecer uma enciclopédia. Assim, o livro que nos valerá
a pena (como este livro do Carlos Lopes), é exatamente aquele que deixa
praticamente tudo em aberto, que parte da experiência vivida, que duvida e
questiona, que inquieta, que aprofunda, que radicaliza com coragem e ousadia,
que propõe e problematiza o que parece para a maioria não ser passível ou até
possível de problematização, de concetualização e de argumentação. E, quando a
abordagem é realizada de forma assumidamente informal, sem peias, sem “rodriguinhos”,
não subestimando a inteligência do leitor e muito menos o seu suposto “estatuto
cultural ou académico”, é caso para se dizer que «Tu Não És Um Computador» é um “ensaio / reflexão” que pode (e
devia) ser de leitura obrigatória - sobretudo e particularmente - para aqueles
que, até então, continuam com a falsa e redutora ideia de que a Meditação e a Introspeção
são como que uma autêntica perda de tempo.
6.
Dizer-se
que estamos perante um “ensaio / reflexão” holístico(a) é dizer muito e ao
mesmo tempo dizer pouco ou quase nada. Contudo, sim…, estamos perante uma obra
que mais para uns do que para outros, como é natural e legítimo, aborda e
problematiza - em conexão permanente - os principais e grandes temas/situações/contextos/programações/formatações/”lavagens
ao cérebro” da Humanidade pois, como o leitor atento irá constatar aquando da
leitura deste peculiar livro, refletir por exemplo sobre Água, Ar ou
Consciência (alguns dos temas abordados), é também refletir de forma alternativa, mas
autêntica, sobre Deus ou sobre Inteligência Artificial ou ainda Física Quântica e podia continuar com
uma lista imensa. Está tudo interligado
e, sobre isto, não tenha dúvidas… O Um é o Todo e o Todo é o Um. Não faça essa
cara amigo… leia e perturbe-se! É holístico, panteísta, ecuménico, diverso,
alternativo e, ao mesmo tempo, Único, no sentido mais nobre do conceito tal
como nos ensina a “desconcertante” (para a nossa Lógica) - ou talvez não - Física
Quântica.
7. Este
livro é uma viagem que pode ser difícil e sem sentido para uns e absolutamente
fantástica para outros, mas, em qualquer dos casos, recomendamos que a faça com
a urgência possível pois poderá ser a derradeira viagem ao país da Alma. Saiba
leitor incrédulo que é lá – tal como várias vezes reiterado pelo autor – que
habita o Deus escondido que há dentro de todos nós. Faça a viagem e conheça o
Deus! Se nenhuma viagem conseguires iniciar nesta vida ao país da Alma, podes
sempre consolar-te com a viagem ao país do Amor que, apesar da Alma, é mais
importante e não vale a pena dizer-se que não. Contudo, logo a seguir ao Amor,
o desafio que esta obra nos apresenta é: faz mesmo a viagem até à tua Alma!
Descobre-te! Vai ao âmago de ti mesmo e descobre verdadeiramente quem és!
Inicia-te e, sem desculpas tolas, tenta viver em plenitude! Espiritualiza-te! Reprograma-te! Mesmo que muito pouca
coisa te possa acontecer de novo e de diferente, o mínimo que conseguires
desejar de bom, de belo e de autêntico, será sempre considerado como que divino
e absolutamente ousado, e, assim, irás - tenho a certeza - transcender-te.
Permite-nos ainda isto para te dar ânimo: pensa sempre que, como é dito pelos grandes
sábios chineses da antiguidade, uma grande caminhada começa sempre com um pequeno
passo. Faz-te ao caminho!
8. Há
um filósofo que muito consideramos, às vezes difícil e tantas outras vezes
incompreendido (o
famoso Immanuel Kant – Séc. XVIII), que recomenda e nos ensina a admirar a nossa natureza
e a nossa condição humana também e sobretudo pela vivência do
Espanto/Deslumbramento, através da beleza interior e exterior bem como pela
reprogramação a que também o nosso autor nos incentiva. Esse belo e conhecido
aforismo de Kant, que abaixo partilharei, alerta-nos sobretudo para a
necessidade e urgência de se reabilitar, de se ressuscitar em nós, o Espanto, a
curiosidade e a capacidade de experienciar também com os olhos da Alma (com
mais ou menos mundividência mas sempre com espírito aberto e livre) a beleza, o
encanto e os enigmas dos muitos e alternativos mundos dos quais fazemos parte
integrante (Física Quântica, Singularidades) e que, pelo facto de estarmos tão
cansados, viciados e exaustos desta vida tão rotineira, mecânica e demasiado
padronizada, não conseguimos Ver e muito
menos Reparar. O Carlos Lopes tem visto e, sobretudo, tem reparado, e, tal como na “dialética
descendente” de Platão, ele vem até nós, tem a coragem de descer à caverna onde
se encontra o Homem (todos nós) agrilhoado para nos dizer aquilo que outros nos
têm tentando dizer (não muitos e nem sempre de forma compreensível para a
maioria dos mortais) - como Platão e Kant - mas com a vantagem de usar uma
linguagem simples sem ser simplista e de nos dizer empaticamente, como um amigo
que todos queremos e procuramos, que as emoções, os sentimentos e os afetos (o
Amor e a Alma) são também como uma estrada que devemos percorrer para sair da
mesmice e, assim, encontrar algures nesse percurso (não necessariamente no fim
do caminho), o “Deus que há escondido em ti e em todos nós”. E, posto isto, o
aforismo de Kant é, no fundo, o mesmo que encontras no subtítulo deste livro. Diz-nos
Kant: «Duas coisas enchem o meu coração
de admiração: o céu estrelado por cima de mim e a lei moral dentro de mim».
Carlos Lopes é um kantiano.
9. Sim…
querendo, encontram praticamente tudo o que desejam e até poderão tropeçar em
assumidas contradições e incoerências (ou talvez não). Os bons livros têm que
ter tudo para serem bons, mas jamais poderão ser perfeitos pois a perfeição não
existe e é, por si só, a maior incoerência… Filosofia, Espiritualidade,
Para-Ciência, Saberes alternativos milenares, Ciência clássica e Ciência
alternativa (Física Quântica, Inteligência Artificial, Singularidades), Ética,
Política, Saúde e essa coisa que todos desejam e que parece ser o último
desígnio e o lugar mais desejável e apetecível para todos: Felicidade.
Obrigado amigo e companheiro desta bela aventura que é a Vida por te apresentares corajosamente neste teu magnífico livro tão “espiritualmente revolucionário” e, sobretudo, por me teres iluminado e perturbado. Que a Luz continue contigo e que – à maneira do grande Plotino – possa irradiar (emanar) para todos nós!
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «CRÓNICAS DUM NAUFRÁGIO ANUNCIADO» de Maria do Vale Cartaxo, Edições Colibri, 2021. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
17 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «CAMPO MAIOR NO CENTRO DE UM CONFLITO INTERNACIONAL - Nas Primeiras décadas do Séc. XIX» (Ensaio) de Rui Rosado Vieira, Edições Colibri, 2021. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
16 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «MACAU - UMA CIDADE IMPROVÁVEL» (Ensaio) de Helena Cabeçadas, Edições Colibri, 2021. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
13 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «CALAMENTO» (Romance) de Romeu Correia, Edições Colibri, 2021. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
12 março 2021
LIVROS em direto por Ângelo Rodrigues (Facebook). «O VISCONDE DA RIBEIRA BRAVA NA 1ª REPÚBLICA» (Ensaio) de Nulita Raquel Freitas de Andrade, Edições Colibri, 2021. Apoio do Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
10 março 2021
MUNDO(S) em direto (Facebook). Poetisa em destaque: FLORBELA AFONSO - mundos.coletanea@gmail.com. Um projeto das Edições Colibri (www.edi-colibri.pt) apoiado pelo Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
09 março 2021
MUNDO(S) em direto (Facebook). Poetisa em destaque: ANDRESA DE OLIVEIRA - mundos.coletanea@gmail.com. Um projeto das Edições Colibri (www.edi-colibri.pt) apoiado pelo Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!
08 março 2021
MUNDO(S) - Livro 11 - Sessão de apresentação online - 7 de março de 2021. Uma publicação das Edições Colibri - www.edi-colibri.pt
Uma publicação das Edições COLIBRI - http://www.edi-colibri.pt
Fazemos livros com paixão e profissionalismo!
Estamos a formar o Livro 14 desta coletânea de POESIA Lusófona.
MUNDO(S) - Poetas – Livro 11
Américo Teixeira Moreira |
Beatriz Barroso |
Carlos Barroso |
Carlos Santos Bueno |
Elsa Major |
Eugénia Martins |
Francisco Martins |
Joaquim Cândido de Gouvêa |
José Passeira |
Luísa Ferreira Redondo |
Maria de Fátima Rocheta Bastos |
Maria José Fraqueza |
Maria Karaje |
Mário Miguel Fernandes |
Mário Rafael Beirão |
Palmira Clara |
Paulo Moreira |
Rosa Acassia Luizari |
Ruth Collaço |
Sérgio Fonseca (e filhas) |
05 março 2021
MUNDO(S) em direto (Facebook). Poetisa em destaque: LUÍSA RAMOS - mundos.coletanea@gmail.com. Um projeto das Edições Colibri (www.edi-colibri.pt) apoiado pelo Blogue EXTRAVASAR - Divulgamos Cultura!